Eu lembro da minha infância. Foi boa. Lembro das quedas de cima das árvores, dos joelhos ralados. Das brincadeiras em que eu era café com leite porque cresci demais e me embolava em minhas pernas. Da minha jardineira, do meu short fofoca, da barbie e da vitamina de mamão de minha irmã.
Lembro que apesar de todos os problemas eu era feliz. Isso permanece. Tudo pode ter passado. as raladuras, a vitamina de mamão, as árvores. Mas isso permanece. Apesar de todos os problemas, sim, eu sou feliz.
:)
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
ah... vou desabafar:
hoje acordei achando o mundo uma merda. literalmente, uma merda. as pessoas são confusas e perdidas. tanto quanto eu, mas se afogam em uma realidade quase que esquizofrenica de não se perguntar sobre o real. sobre o sentido do ser, sobre o que é ser. acho muito vago que ser seja pegar um onibus lotado todo dia, com cara de amassado. foda. eu não sei o que esperar de mim, não sei o que esperar do mundo. revoltada, ok. mas isso me consome as vezes. eu tenho surtos de querer viver em outra vida. o que eu quero? eu quero que essa angustia vá embora. o que eu não quero? pensar. pensar me cansa, me doi, me quebra. o mundo pesa pra mim, pesa demais. não é sofrimento de amor, não é solidão. é a vida, e ser humano, demasiado humano. é perceber que esse mundo é louco, e que você precisa participar dessa loucura pra ser considerado normal.
meu surto hoje foi exatamente me perguntar pelo real. vislumbrar uma nova possibilidade de real. juro, agora são 22:05 e eu não sei mais o que pensar. vou dormir porque amanhã minha cara amassada frequenta novamente o buzão lotado de gente 'real'. assim como eu.
acho q amanhã isso vai parecer sem sentido, mas é o que eu sinto hoje. eu sinto que o mundo é uma desgraça, e hoje, viver doi.
hoje acordei achando o mundo uma merda. literalmente, uma merda. as pessoas são confusas e perdidas. tanto quanto eu, mas se afogam em uma realidade quase que esquizofrenica de não se perguntar sobre o real. sobre o sentido do ser, sobre o que é ser. acho muito vago que ser seja pegar um onibus lotado todo dia, com cara de amassado. foda. eu não sei o que esperar de mim, não sei o que esperar do mundo. revoltada, ok. mas isso me consome as vezes. eu tenho surtos de querer viver em outra vida. o que eu quero? eu quero que essa angustia vá embora. o que eu não quero? pensar. pensar me cansa, me doi, me quebra. o mundo pesa pra mim, pesa demais. não é sofrimento de amor, não é solidão. é a vida, e ser humano, demasiado humano. é perceber que esse mundo é louco, e que você precisa participar dessa loucura pra ser considerado normal.
meu surto hoje foi exatamente me perguntar pelo real. vislumbrar uma nova possibilidade de real. juro, agora são 22:05 e eu não sei mais o que pensar. vou dormir porque amanhã minha cara amassada frequenta novamente o buzão lotado de gente 'real'. assim como eu.
acho q amanhã isso vai parecer sem sentido, mas é o que eu sinto hoje. eu sinto que o mundo é uma desgraça, e hoje, viver doi.
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