domingo, 28 de agosto de 2011

Essa noite eu tive sonhos confusos.. sensações, pessoas, músicas, lugares.. tudo muito 'exótico'. Pessoas que euu não vejo tem tempo, pessoas que já morreram. Uma sensação de perda e de que ainda vou encontrar. E acordei com uma das músicas na cabeça... Eu lembro, essa música tocando e eu seguindo o carro que tocava ela com um certo desespero. Com aperto. Quase chorando. Estranho...



Essa era a música que eu perseguia e que me perseguia.



sábado, 27 de agosto de 2011

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Heráclito me faz acreditar no devir..
movimento do homem. Então me acalmo e espero mudar.



terça-feira, 23 de agosto de 2011

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Voltei.

Sabe, depois que terminei a faculdade, nada mudou. alias, mudou.. A sensação de ter finalmente concluido algo que vai fazer diferença, mas uma etapa vencida e dessa vez com louvor. o problema é o tédio. O maldito que parece ser meu par, minha alma gemea. Sai de mim, ow..

Vou voltar a procurar emprego. Botar os pés nas nuvens e a cabeça no chão..  A vida é bem assim, né?

domingo, 24 de julho de 2011


"Abri curiosa o céu.
Assim, afastando de leve as cortinas.
Eu queria rir, chorar,
ou pelo menos sorrir
com a mesma leveza com que os ares me beijavam.
 
Eu queria entrar, coração ante coração, 
inteiriça,
ou pelo menos mover-me um pouco,
com aquela parcimônia que caracterizava
as agitações me chamando.
 
Eu queria até mesmo saber ver,
e num movimento redondo
como as ondas que me circundavam, invisíveis,
abraçar com as retinas 
cada pedacinho de matéria viva.
 
Eu queria 
(só) 
perceber o invislumbrável
no levíssimo que sobrevoava.
 
Eu queria apanhar uma braçada
do infinito em luz que a mim se misturava.
 
Eu queria 
captar o impercebido
nos momentos mínimos do espaço 
nu e cheio.
 
Eu queria ao menos manter descerradas as cortinas
na impossibilidade de tangê-las.
 
Eu não sabia
que virar do avesso
era uma experiência mortal."



 Ana C.